Alvin e os esquilos pensavam só na carreira de cantar, mas aconteceu uma coisa inesperada eles se apaixonam!
As esquilets vão estudar no mesmo colégio que eles e Yan faz tudo para elas entrar no show de talentos e ganhar mas eles acabam cantando junto!
quarta-feira, 25 de maio de 2011
A queridinha da casa!!!
Conta a história de uma menina que tem um hipopótamo de estimação, e seu irmão mais velho tem de cuidar dele. Eles moram em um apartamento, então a síndica do prédio vive reclamando.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Sobre Henrique Schneider
Nasceu em 1963, em Novo Hamburgo/RS – cidade onde hoje vive. Filho da ex-miss e professora universitária Therezinha e do ex-rei Momo e deputado Nestor Fips Schneider, desde cedo esteve próximo da literatura. Ao lado dos jogos de futebol no campinho do colégio e das correrias de polícia e ladrão, os livros e revistas. A loja de brinquedo e a livraria.
Casado com Márcia, é pai dos grandes Pedro e Felipe (de seu casamento com Helena). Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), desde 1993 é sócio da Fagundes, Schneider e Advogados Associados
Casado com Márcia, é pai dos grandes Pedro e Felipe (de seu casamento com Helena). Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), desde 1993 é sócio da Fagundes, Schneider e Advogados Associados
quarta-feira, 18 de maio de 2011
sobre Henrique Schneider
Escrever é uma luta contínua com a palavra.
Um combate que tem algo de aliança secreta.
(Julio Cortázar)
Henrique Schneider vive essa luta cotidianamente. A luta contínua/aliança secreta com a palavra. Escreve para despertar o novo, rememorar o antigo... Contar histórias, também. A literatura nunca como ponto de chegada; sempre como ponto de partida. Um ponto de partida que une as mãos de quem escreve com os olhos de quem lê.
Um combate que tem algo de aliança secreta.
(Julio Cortázar)
Henrique Schneider vive essa luta cotidianamente. A luta contínua/aliança secreta com a palavra. Escreve para despertar o novo, rememorar o antigo... Contar histórias, também. A literatura nunca como ponto de chegada; sempre como ponto de partida. Um ponto de partida que une as mãos de quem escreve com os olhos de quem lê.
Assinar:
Postagens (Atom)



